Magnetismo presencial em tempos de pandemia:

por Jacob Melo

Como fazer com mais segurança!

O primeiro cuidado a se ter é o observar e respeitar o conjunto de instruções que todos temos recebido ao longo do tempo dessa pandemia: lavar sempre as mãos, manter distanciamento social, usar máscaras e manter hábitos, inclusive alimentares, que reforcem as defesas imunológicas.

Depois, que o ambiente onde se for realizar o atendimento seja arejado e o mais amplo possível, sem aglomerações e com um cuidado primordial: a cobertura da maca ou da cadeira, usadas para o uso do paciente enquanto em atendimento, devem ser higienizadas a cada novo uso por novo paciente, além de serem revestidas com material isolante e descartável, como lençóis de papel.

Mas eis que surge uma grande “sacada”, oriunda de um grupo de magnetizadores da Bahia. Nos passes presenciais que ali são praticados, o paciente é posicionado de costas para o magnetizador, dessa forma protegendo melhor os envolvidos contra riscos de ataques viróticos – notadamente porque o coronavírus é um vírus típico de transmissão pelo sistema respiratório, por gotículas. Trata-se de uma ideia deveras criativa e que merece ser bem analisada, testa e divulgada.

 

 

E quanto à funcionalidade dessa proposta?!

Sim... É perfeitamente possível se atender à grande maioria dos casos que chegam às Casas espíritas empregando-se esse método, com o paciente de costas para o magnetizador.

 

E quais centros vitais seriam os mais importantes a serem tratados?

Exatamente os mesmos que seriam solicitados caso o atendimento ocorresse no modelo convencional. O detalhe técnico a ser bem destacado é que, neste caso, estaremos atuando via sistema reverso e não frontal. Esse procedimento, por sinal, abrirá novas confirmações que indicam pelo menos duas coisas: os reversos são sim repercussivos nos sistemas fluídicos e vitais dos pacientes; e ficará bem evidenciado que "as costas" também pedem consideração naqueles passes chamados de convencionais.

 

Será que pode haver alguma menor eficiência?

A resposta é que, em tese, pode ser que alguns casos não respondam tão bem como quando atacados pela frente, mas isso não significará que tais medidas sejam ineficazes ou inapropriadas. Tanto é verdade que, por motivo de tratamentos mais agressivos em decorrência dos casos de Covid-19, pacientes pronados, ou seja: deitados em decúbito ventral (com a barriga para baixo), têm sido socorridos pelas costas, mesmo quando se torna necessário e imperioso, por exemplo, se trabalhar o centro vital laríngeo.

 

Assim fica a sugestão de que se pense qual ou quais centros vitais se percebe em necessidade de serem trabalhados e se execute exatamente como se faria à frente, só que agora aplicando todo o procedimento em seus reversos.

Por fim, em teoria, esse procedimento praticamente não expõe o paciente a riscos magnéticos, motivo pelo qual vale muito se testar e, na medida das possibilidades, se aplicar passes presenciais com esses cuidados, mesmo em tempos de pandemia virótica.

Uma última ressalva: nenhum magnetizador deverá aplicar magnetismo se estiver contaminado pelo coronavírus ou por qualquer outro vírus que ofereça riscos de transmissibilidade/contágio.

Algumas Casas, e mesmo alguns magnetizadores, têm sentido a necessidade de realizar alguns atendimentos magnéticos de forma presencial, porém fica a preocupação quanto aos riscos que envolvem as possibilidades de contágio e contaminação por força desse vírus, o covid-19, o qual tem atacado indistintamente, e de forma muito intensa e grave.

Por esse motivo, além das razões de bom senso e de determinações legais, havendo imperiosa necessidade de um atendimento presencial, os cuidados envolvidos devem ser ampliados para que sejam realizados os procedimentos cabíveis e necessários.